A “Teoria do Não-Objeto”, de Ferreira Gullar, propõe uma nova forma de conceber a arte, rompendo com a noção tradicional de obra como um objeto autônomo e limitado. Assim, a arte deixa de ser um elemento independente e passa a existir como um campo de experiência aberta, que se renova a cada interação e transcende suas propriedades físicas.
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